Há 50 anos, em 20 de julho de 1969, um domingo, o homem pisou na Lua pela primeira vez, depois de anos de corrida espacial e vários fracassos. Hoje, podemos dizer sem medo que o poso da Apollo 11 é um dos eventos mais planejados e calculados da história da humanidade. E o mais impressionante é saber que, hoje em dia, nossos celulares têm mais tecnologia e processamento que o computador que levou o homem a Lua.

Segundo a NASA, a agência espacial americana, cerca de 400 mil engenheiros, cientistas e técnicos trabalharam nas diversas fases do programa. Isso porque o projeto espacial exigiu conhecimentos avançados de física, química e biologia disponível, 18 viagens tripuladas e oito anos de desenvolvimento para ser cumprido.

O trabalho de todas essas pessoas possibilitou que os astronautas Neil Armstrong e Edwin “Buzz” Aldrin pudessem descer e caminhar na superfície cinzenta e empoeirada do nosso único satélite natural, enquanto outro astronauta, Michael Collins pilotava sozinho o módulo de comando Columbia, em órbita da Lua.

Da esquerda para a direita: Neil Armstrong, Michael Collins e Buzz Aldrin (foto: NASA)

O pouso na Lua pode ser considerado um dos maiores feitos do homem. Na época, o engenheiro aeroespacial e astronauta Neil Armstrong, tinha 38 anos. Ele colocou o pé esquerdo no terreno lunar pouco antes da meia noite do horário de Brasília. O gesto foi acompanhado das célebres palavras pronunciadas:

Um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade.

A caminhada de Neil Armstrong e de seu colega Buzz Aldrin, por duas horas e meia, pela superfície da Lua selou a vitória simbólica dos Estados Unidos sobre a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas na corrida espacial iniciada na década de 1950. Depois de Armstrong e Buzz, outras 10 pessoas foram para a lua em sete missões (Apollo 12;14; 15; 16 e 17), até 1972.

Buzz Aldrin caminha na lua e no reflexo do seu capacete é possível ver Neil Armstrong (foto: Neil Armstrong/NASA)

Mas há quem divide…

Ainda assim, há quem não acredite no pouso, mesmo com os registros cinematográficos que vão desde a decolagem até o retorno da missão Apollo 11. Até hoje, vemos os teóricos da conspiração que tentam refutar a conquista do satélite natural. O motivo da descrença pode ser a falta de uma alfabetização científica de qualidade, uma vez que muitas pessoas não acreditam nas evidências porque não as entendem.

Mas há muitas provas de que o homem realmente esteve na Lua. A própria agência espacial norte-americana listou algumas delas:

  • Os cientistas possuem 382 quilos de rochas trazidas pelos astronautas, que são estudadas por cientistas há décadas;
  • É possível refletir raios laser lançados da Terra nos espelhos retro-refletores colocados na superfície lunar pelos astronautas da Apollo;
  • Há imagens do Orbitador de Reconhecimento Lunar da Nasa que registram os locais de pouso desde 2011.

E se isso não for o bastante, a NASA ainda convida os que têm dúvidas a procurar as mais de 400 mil pessoas envolvidas nas missões, ou até mesmo buscar os adversários da corrida espacial, os russos. Isso porque as missões da Apollo foram acompanhadas de maneira independente pela União Soviética, que reconheceu a aterrissagem dos norte-americanos e a confirmaram para o mundo.

Mas… E você? Acredita no poso do homem na Lua?

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