A disputa é natural na arena politica e parece que estamos sempre buscando uma estratégia de inserção social ou, pelo menos, uma maneira de viver (ou deixar viver). Discutimos a formação do desejos, a valorização de corpos, a criação estética, a música, e a dança. E é óbvio que tem gente LGBTQIA+ que não dá pinta, ou que dá pinta mas não curte a Madonna, ou que é mas discreto mesmo assim adora a Inês Brasil.

O fato é o que apareceu primeira, justamente por causa da normatividade de gênero, foi “o diferente”. O homem afeminado, a mulher macho, as pessoas que se transvestiam, foram elas que primeiro enfrentaram olhares, pedradas e forcas para sedimentar a uma Cultura homossexual.

Ninguém precisa gostar de RuPaul’s Drag Race ou Cabaret, Moulin Rouge, da para viver sem escutar divas pop. Sem falar em homossexualidade, sem discutir o tempo todo o que é ser gay. Dá para viver sendo absolutamente “discreto e fora do meio” sem que isso necessariamente signifique a uma rejeição danosa da própria identidade ou cultura do grupo.

É  um debate interessante porque há vários indivíduos que não a expectativa associada a qualquer coisa que seja sexual, isso é, no caso de lésbicas, gays, bissexuais, pansexuais, assexuais, demissexuais e afins, transvestigêneres falam de identidade de gênero, tão fundamental para compreender o corpo político dessa Cultura. Afinal, o que incomoda é   o que aparece.

O radar homossexual

Ja todos nós ouvimos falar do radar homossexual! não sabe o que é ? É a felicidadee de qualquer homossexual tem para reconhecer outro imediatamnete. Não precisa falar com a pessoa, basta olhar e consegue  reconhecer instintivamente,  mesmo que outra pessoas não consigam. Se o seu radar homossexual não estiver a funcionar bem ou ainda for inexperiente, peça ajuda a um amigo!

O pajubá

Conhecidado como o dialetos LGBTQIA+, o pajubá (ou bajubá) é muito mais que um punhado de gírias divertidas, como “lacre”, “bafo” ou “uó”. Cada vez mais ele é incorporado ao vocabulário de muitos basileiros, especialmente, de resistência.O pajubá tem origem na fusão de termos da língua portuguesa como termo extraídos dos grupos nagô e iorubá, que chegaram amo Brasil com os africanos escravizados.

Mesmo sem saber o que significa “amapô” ou “acué”, é bem provável que você já tenha ouvido algumas delas por ai. Entre as mulheres ou gay afeminado. “Gongar” para o ato de zombar de alguém ou alguma coisa, ou então “bafo” e “babado”, sinônimos de novidade, são umas culturas bem varidas no mundo GLBTQIA+.

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